O Natal e a Etiqueta Social

Quarta-Feira, 03 de Agosto de 2011
O Natal e a Etiqueta Social

Ao chegar o mês de dezembro acontece algo que faz com que a humanidade crie uma energia positiva que aproxima todas as pessoas, num sentido espiritual e afetivo. Nesse momento, todos fazem reflexões e fortalecem ou reacendem sentimentos de amor. Vem a lembrança (e a saudade) dos familiares e amigos queridos que não foram vistos com frequência pelo cotidiano da vida ou porque estão distantes fisicamente.

Aí, procura-se resgatar o tempo perdido e a falta de contato, para se fazer as reaproximações seja através de presentes, telefonemas e cartões de Natal.

Presentes:

Presenteia-se os familiares, noivos, namorados, amigos íntimos e, retribui-se os presentes recebidos.

Presenteia-se com carinho, amor e o prazer de se doar por meio do presente para as pessoas queridas.

Ao receber presentes, abre-se o pacote imediatamente na frente de quem presenteou. O presenteado deve sorrir e agradecer, mesmo quando aparentemente o presente não correspondeu às expectativas.

Evita-se presentear peças de vestuário, porque, quase sempre, vai se errar o tamanho, a cor e o gosto do presenteado. Esse tipo de presente fica restrito aos familiares da própria casa.

Essa data não é própria para presentear com objetos de utilidade para o lar ou presentear o pai com cuecas e meias (é falta de criatividade).

Melhor preferir presentear com perfumes de marcas reconhecidíssimas, joias, relógios, cosméticos conhecidos, bijuterias, vinhos, uísques, toalhas de banho para praia ou piscina, livros, celulares, DVDs, caixa de bombons, entre outros.

Telefonemas:

Nem sempre estamos próximos de todas as pessoas queridas nessas datas tão especiais, porém, no mínimo, pode-se telefonar para essas pessoas na semana que antecede essas festividades.

É preferível fazer contato telefônico no dia do Natal ou Ano Novo, exclusivamente com os familiares distantes ou ausentes. Evita-se atrapalhar o encontro entre pessoas já reunidas, pois essas datas são de aproximações, encontros e reencontros familiares.

Ficar falando horas ao telefone com quem está a quilômetros de distância pode causar mal-estar, antipatia e reclamações. Assim, telefona-se na data específica apenas para familiares e amigos íntimos, preferencialmente sem demorar demais.

Cartões de Natal:

Representam a mais simpática, educada e elegante forma de se comunicar à distância com pessoas queridas, em datas tão especiais. Nenhum e-mail e muito menos torpedos de celulares têm o mesmo valor sentimental e afetivo que o bom e velho cartão de Natal que, representa a maior comunicação escrita da humanidade, em qualquer circunstância, inclusive, nos Estados Unidos e Europa.

Remeter o cartão de Natal é mostrar que se lembrou daquelas pessoas. Retribuir, também é simpático, mas, de alguma maneira, parece que você teve que ser lembrado. Portanto, remeter é mais gentil do que retribuir.

No cartão de Natal, mesmo, quando o texto já está impresso, é obrigatório escrever manualmente pelo menos uma frase e a assinatura (ainda que seja para escrever apenas “com um grande abraço e o nome”).

O momento correto para remeter o cartão é a partir de 1º de dezembro, quando realmente, o espírito natalino invade as mentes e os corações. Deve-se resistir com toda coragem à tentação de remetê-los antes, mesmo que as lojas, comercialmente, deem a entender que tudo começa antes. Também, não se deve remetê-los após o dia 18 para não estressar quem os recebe, pela preocupação de retribuí-los a tempo.

Cartões totalmente impressos, inclusive a assinatura, típicos do comércio e de políticos em época de eleição, no estilo: “mandei, mas não sei pra quem”, obviamente não precisam ser retribuídos.

Ao escolher cartões, prioriza-se aqueles representativos de entidades filantrópicas, assistenciais e de apoio à idosos, órfãos e doentes.

Assunto: Natal

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