Consultórios

Terça-Feira, 02 de Agosto de 2011
Consultórios

As pessoas buscam ser bem atendidas, aonde quer que seja; e, em consultórios, não é diferente. Embora nesses locais possam existir máquinas sofisticadas e os serviços sejam mensurados por números, na verdade se lida é com pessoas. E as mesmas necessitam não só de diagnósticos, mas também de solidariedade, ou pelo menos da sensação de empatia.

O tratamento frio, distante ou sem envolvimento por parte de profissionais da área de saúde propicia aos seus clientes (pacientes) desconfiança, insegurança e infidelidade. Hoje e tomara que para todo o sempre, espera-se que estes profissionais se expressem com clareza e demonstrem interesse, sentimentos e sinceridade. Todavia, essa sinceridade deve ser manifestada com sutileza e delicadeza, pois ninguém deseja ouvir uma verdade dolorosa com excesso de franqueza. Ninguém tem o dever ou o direito de tirar a esperança de terceiros. Ora, não são os próprios profissionais de saúde que dizem que o fator psicológico e emocional do paciente interfere na sua recuperação ou cura? Então, no mínimo, que se aja com coerência. Essa coerência de atitudes deve principiar pelo respeito ao cliente, o qual começa por seu atendimento em tempo razoável ou adequado de espera. Predominante, a maior parte dos consultórios atende idosos e quem não esta bem de saúde. Essas pessoas, por profissionalismo e até por humanidade, não deveriam esperar mais do que alguns minutos para serem atendidas, principalmente, nos casos de consultas com hora marcada. Esperar por tempo abusivo é perverso, injusto, antiético e mal-educado. Que se organize a agenda de atendimento com competência, que se marquem menos consultas ou se dilate o tempo entre elas, mas não se abuse da paciência dos clientes. Se não, é melhor chamar os pacientes de “impacientes”.

Assunto: Ambientes Profissionais

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