Etiqueta Social também no Natal?

Terça-Feira, 02 de Agosto de 2011
Etiqueta Social também no Natal?

O Natal está chegando. Época de reflexões, comemorações, encantos, lembranças, presentes, enfim, um turbilhão de coisas e de compromissos.

Tudo isso não deve impedir que a vida continue e a educação, o respeito e o carinho permaneçam. Devemos lembrar que, nesta data, o aspecto principal é o resgate e a sedimentação dos bons sentimentos, para recomeçar o novo ano com espírito elevado e renovado de luz, energia e bons sentimentos.

AS SEIS SUGESTÕES COM RELAÇÃO A CARTÕES DE NATAL

O cartão de Natal demonstra carinho, amizade e o apreço daqueles que o remetem e tornam mais feliz quem o recebe, inclusive pelo fato de ter sido lembrado.

O correto é remetê-lo a partir do dia primeiro de dezembro, data em que, teoricamente, entra em vigor o espírito natalino, ou no máximo até o dia vinte de dezembro, para que chegue ao destinatário antes do Natal. De fato, é melhor remetê-lo antes do dia vinte, para que o destinatário tenha tempo suficiente de retribuir o cartão recebido.

Obrigatoriamente, mesmo que o cartão de Natal tenha mensagem impressa, deve-se inserir algum trecho ou frase manuscrita, e também a assinatura manuscrita.

Se o cartão for remetido por empresas ou políticos e não tiver a assinatura manuscrita, ou seja, se a assinatura é aquela impressa, típica de quem mandou, mas não sabe que mandou, é totalmente dispensável ficar sensibilizado e retribuir. É claro que, se o cartão tiver sido remetido pela loja da qual se é um cliente assíduo, pela oficina onde sempre se arruma o veículo, pela vendedora que sempre nos brinda com um atendimento personalizado, etc., pode-se e deve-se retribuir o cartão recebido. Esse procedimento é simpático e agradável.

Remeter cartões de Natal representa, também, uma ótima oportunidade para ajudar entidades assistenciais. Usam-se cartões cujos lucros financeiros são repassados para essas entidades de apoio a crianças, portadores de deficiência, doentes e comunidades carentes.

Já o uso daqueles cartões (aerogramas) impressos dos correios (aqueles que não se sabe de que lado abrir e, às vezes, sem querer corta-se a mensagem ou a figura ao meio) não pode ser considerado de bom gosto. Inclusive, tem-se a impressão de que quem os enviou o fez com pressa, improvisadamente, sem afeto, no próprio balcão de expedição.

OS DOZE MANDAMENTOS COM RELAÇÃO A PRESENTES

A primeira regra é não dar presentes caros para amigos que não podem retribuir e se constrangeriam pelo fato.

A segunda regra é não dar presentes utilitários de cozinha para as mães e nem cuecas e meias para os pais. Aliás, criatividade, originalidade e bom senso indicam a melhor escolha.
A terceira regra é não dar presentes para crianças que possam colocar em risco a sua integridade física, estimular a violência ou brinquedos excessivamente barulhentos e incomodativos.

A quarta regra é dar ao presenteado aquilo que ele gostaria de ganhar e não o que você gostaria de dar.

A quinta regra é presentear como você pode, dentro do seu limite e sem comprometer o seu orçamento.

A sexta regra (aprendida com os anos) é presentear somente quem tem o bom e educado hábito de retribuir, mesmo que o valor seja ínfimo. Tem gente que gosta de ser lembrado, mas não lembra dos outros. É mal educado e parece aproveitação.

A sétima regra é não dar presente circulante. Aquele que ninguém quer e acaba passando para os outros. Você corre o risco dele voltar para as suas mãos. É gafe!
A oitava regra - se ganhar um presente de quem você não esperava, não minta que você esqueceu o dele em casa ou que ainda não deu tempo para comprar. É gafe! Receba o presente e não diga nada.

A nona regra é presentear sempre com o coração e nunca com segundas intenções.
A décima regra é não se gabar ou fazer alarde sobre o presente recebido ou do presente dado.

A décima primeira regra – presentes dados não são devolvidos ou pedidos de volta. Afinal, quem deu, deu porque quis e porque a outra pessoa merecia.

A décima segunda regra – agradece-se sempre o presente recebido. Agradece-se com alegria mesmo quando o presente não era exatamente o que se esperava. Muitas vezes, as pessoas dão o que podem, o que sabem ou o que imaginam que vai agradar. Só o esforço e a boa vontade do presenteador já valem a pena, pelo carinho.

Assunto: Natal

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