CUMPRIMENTANDO, APRESENTANDO OU CONVERSANDO

Sexta-Feira, 05 de Outubro de 2012
CUMPRIMENTANDO, APRESENTANDO OU CONVERSANDO

GAFES

Mesmo que essas ações façam parte das rotinas diárias, algumas vezes, as pessoas cometem deslizes que frustram e até ofendem seus interlocutores.

CUMPRIMENTANDO

Ao cumprimentar com aperto de mãos, mesmo informalmente, existe uma ordem de precedência que indica a quem cabe estender a mão ou tomar a inciativa da forma de cumprimentar. Socialmente, o que define a forma, é o grau de importância das pessoas, pela ordem seguinte: a idade ( o mais idoso), o sexo (a mulher é mais importante que o homem) e, por último, o cargo (protocolarmente mais alto). Profissionalmente, o cargo, a idade e, por último, o sexo.

Quando o cumprimento for com aperto de mãos, obrigatoriamente, ambas as pessoas devem estar em pé.

Evita-se qualquer empolgamento. Não se deve apertar demais as mãos e dedos das pessoas, principalmente as mãos das mulheres que usam simultaneamente vários anéis. Quando isso acontece, algumas quase gritam de dor. Para evitar que aconteça, o correto é apenas abraçar a outra mão sem tentar imprimir força. Sim, o aperto de mãos é um abraço de mãos!

Não se deve sacudir as outras pessoas com movimentos fortes e repetidos. Agir assim, incomoda e é gafe!

APRESENTANDO

Para apresentar, é simples: olha-se para a mais importante e de maneira clara, objetiva, direta e simples dizendo “apresento-lhe fulano ou sicrano”. Agindo-se dessa forma, estimula-se a ação. Evita-se dizer “ este é o fulano ou beltrano” pois dá a impressão que se está falando ou descrevendo uma estátua ou um objeto. Com pessoas, apresenta-se!

Não é sensato ou educado abraçar ou dar beijinho em quem está sendo apresentado. Além de vulgar e da possível inconveniência, deprecia os amigos que merecem e recebem esse tratamento mais afetuoso e íntimo.

Evita-se falar “prazer” pelo simple fato de que, na apresentação ainda não se avaliou se de fato aquele contato será prazeiroso ou não. Na despedida pode-se falar que foi um prazer ou simplesmente um até logo é o suficiente.

Evita-se chamar de amigo, indiscriminadamente, a quem não se conhece, a quem acabou de se conhecer ou a quem pouco se conhece. Afinal, agir assim desmerece os verdadeiros amigos.

CONVERSANDO

Conversar, trocar ideias e conhecimentos, saber pontos de vista de outras pessoas e aprender, é útil e muito agradável. Assim, para começar é bom lembrar que para alguém ser agradável não fala o tempo todo. Não se interrompe a conversa de pessoas. Também tem que saber ouvir. Expor as próprias idéias não significa ter razão. É inconveniente se colocar como o herói das suas próprias histórias.

É proibido dialogar ou conversar com alguém mascando chicletes com movimentos de boca rotatórios, intensos e indiscretos. É gafe e irrita!

É proibido interromper uma conversa, mesmo que seja com um subordinado, para atender um telefone. Quando isso acontecer (e não deveria), alega-se que é uma situação importante e grave, pedindo-se as devidas desculpas. Repetir o atendimento ao telefone durante o mesmo contato pessoal pode dar margem a que a outra pessoa peça lincença e se retire.

Igualmente, numa roda de amigos, observar alguém mexendo o tempo todo no celular, deprecia as pessoas presentes. Afinal, se os assuntos ou as pessoas não interessam, é melhor se retirar. É menos desagradável! Essa cena tão mal educada não é incomum. Há pessoas que já passaram pela situação até num atendimento à saúde, onde um paciente relata os seus sintomas e se obriga a se interromper, pois o seu médico atende a uma ligação telefônica. Tal fato transforma o paciente em impaciente. Quem já se viu envolvido em situação semelhante, sabe quanto isso incomoda e é gafe!

Enfim, interromper uma conversa com quem está próximo para atender telefonicamente alguém que está a quilômetros de distância, no mínimo, além de falta de educação, é gafe!

Assunto: Ambientes Profissionais, Atitudes e Comportamentos

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